"Avaliação Física nas Escolas" é desenvolvido por professores e alunos de Educação Física e alerta para o uso dos medicamentos a base de hormônio
Eles estão em plena fase de desenvolvimento. O corpo já deu os primeiros sinais de mudança mas, para muitos, não foram satisfatórias. E é nessa hora que os adolescentes recorrem aos anabolizantes. E para mostrar os riscos do uso desses produtos à base de hormônio, alunos da Universidade de Taubaté iniciaram um trabalho especial nas escolas da cidade.
A aula é de avaliação física. Medir a circunferência do corpo, o peso, a altura. Fórmulas matemáticas para calcular a saúde dos alunos. Como o IMC (Índice de Massa Corporal). A estudante Daniela Mazzei encarou o teste, ansiosa. “Eu fui fazendo algumas perguntas, do peso, da altura. Foi bem legal. Eu fiquei mais ou menos por dentro de como eu estou, como está meu corpo, minha saúde”, revelou a estudante.
Mas a principal lição vem depois da avaliação física. Quando os alunos se reunem para aprender sobre um problema muito sério, o transtorno da imagem corporal. Nessa fase de transformação, o anabolizante é um vilão preocupante.
Os estudantes entre 16 e 18 anos, conhecem, por meio de exemplos reais, os malefícios causados com a utilização desses medicamentos a base de hormônio. Efeitos colaterais que podem levar à morte. “Assusta sim, bastante. Pelo fato de muitas pessoas estarem usando e acho muito importante estar assistindo essa palestra para ter mais informações”, disse a estudante Natália Almeida.
A intenção é alertar todos na tentativa de diminuir alguns índices.”Tem aumentado demais a incidência de alguns jovens e adolescentes que desenvolvem transtornos de imagem corporal. Uma vez desenvolvido esse transtorno, eles buscam a qualquer custo mudar o seu corpo, consequentemente eles acabam afetando a sua saúde, podendo levar inclusive à morte”, revelou o coordenador do projeto, Renato Rocha.
O projeto "Avaliação Física nas Escolas" é desenvolvido por professores e alunos do curso de Educação Física da Unitau. Até o fim do ano, 30 escolas de quatro cidades da região de Taubaté devem ser visitadas pela equipe. Só no primeiro semestre desse ano, o projeto atendeu 580 alunos. “Você consegue atingir de maneira preventiva esses adolescentes, para que realmente eles tenham consciência daquilo que eles podem fazer ou não, para a melhoria da qualidade de vida deles”, explicou a coordenadora da Diretoria de Ensino, Cassilda dos Santos.
Ao fim da palestra, o grupo recebe os resultados da avaliação física. Na Escola Estadual Félix Guisard os estudantes não apresentaram nenhum problema grave.
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Eles estão em plena fase de desenvolvimento. O corpo já deu os primeiros sinais de mudança mas, para muitos, não foram satisfatórias. E é nessa hora que os adolescentes recorrem aos anabolizantes. E para mostrar os riscos do uso desses produtos à base de hormônio, alunos da Universidade de Taubaté iniciaram um trabalho especial nas escolas da cidade.
A aula é de avaliação física. Medir a circunferência do corpo, o peso, a altura. Fórmulas matemáticas para calcular a saúde dos alunos. Como o IMC (Índice de Massa Corporal). A estudante Daniela Mazzei encarou o teste, ansiosa. “Eu fui fazendo algumas perguntas, do peso, da altura. Foi bem legal. Eu fiquei mais ou menos por dentro de como eu estou, como está meu corpo, minha saúde”, revelou a estudante.
Mas a principal lição vem depois da avaliação física. Quando os alunos se reunem para aprender sobre um problema muito sério, o transtorno da imagem corporal. Nessa fase de transformação, o anabolizante é um vilão preocupante.
Os estudantes entre 16 e 18 anos, conhecem, por meio de exemplos reais, os malefícios causados com a utilização desses medicamentos a base de hormônio. Efeitos colaterais que podem levar à morte. “Assusta sim, bastante. Pelo fato de muitas pessoas estarem usando e acho muito importante estar assistindo essa palestra para ter mais informações”, disse a estudante Natália Almeida.
A intenção é alertar todos na tentativa de diminuir alguns índices.”Tem aumentado demais a incidência de alguns jovens e adolescentes que desenvolvem transtornos de imagem corporal. Uma vez desenvolvido esse transtorno, eles buscam a qualquer custo mudar o seu corpo, consequentemente eles acabam afetando a sua saúde, podendo levar inclusive à morte”, revelou o coordenador do projeto, Renato Rocha.
O projeto "Avaliação Física nas Escolas" é desenvolvido por professores e alunos do curso de Educação Física da Unitau. Até o fim do ano, 30 escolas de quatro cidades da região de Taubaté devem ser visitadas pela equipe. Só no primeiro semestre desse ano, o projeto atendeu 580 alunos. “Você consegue atingir de maneira preventiva esses adolescentes, para que realmente eles tenham consciência daquilo que eles podem fazer ou não, para a melhoria da qualidade de vida deles”, explicou a coordenadora da Diretoria de Ensino, Cassilda dos Santos.
Ao fim da palestra, o grupo recebe os resultados da avaliação física. Na Escola Estadual Félix Guisard os estudantes não apresentaram nenhum problema grave.
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